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Em REDE

JULIANA DE M. MONTEIRO

BRASIL

por Humanos
24 de outubro de 2025
/ Número 8
JULIANA DE M. MONTEIRO

SOBRE A CAPA DA REVISTA

FERNANDA DE BARROS

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Professora-DE do Departamento de Teoria do Teatro da UNIRIO. Possui doutorado em Filosofia pela PUC-Rio, mestrado em Filosofia e graduação em Comunicação Social-Cinema pela UFF. Realizou dois pós-doutorados: um como bolsista FAPERJ Nota 10 no PPGF/UFRJ, e outro como bolsista CAPES desenvolvido no PPGFIL/UFPI. É membra da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e do GT de Estética da ANPOF. Integra o Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (UFRJ) e o Núcleo de Estudos em Arte e Feminismos (UNIRIO) e o projeto New Voices on Women in the History of Philosophy da Paderborn University(Alemanha). É coorganizadora de Agambiarra: escritos sobre a filosofia de Giorgio Agamben (Ape’ku), coautora de Trauma/arte contemporânea brasileira (Circuito) e autora de O que a Esfinge ensina a Édipo: sobre os limites da interpretação na arte contemporânea (Ape’ku).

O QUE TE FASCINA NA SUA PESQUISA?

Desde a entrada na graduação, fui mobilizada pelo poder que certas imagens são capazes de evocar. Refiro-me, especialmente, a um filme de Marcel Duchamp e Man Ray chamado Anémic Cinéma. A ideia de uma obra de arte que se autointitulava como “anêmica”, ou seja, débil e fraca, me convocou desde o começo da minha trajetória. Tendo migrado para a Estética, campo no qual fui formada como pesquisadora e professora, continuei encantada pelos impasses da linguagem, naquilo que nela persiste como falha, e que, por mais que nela subsista uma promessa de sentido, algo fracassa e impede qualquer fechamento discursivo e totalizante. Sou apaixonada pelos limites dos regimes de significação, quando o pensamento entra em uma espécie de rota desviante, encontrando por meio de caminhos indiretos sua própria suspensão. Nós, da Filosofia, não temos senão o suporte pobre e frágil das palavras, por onde tentamos passar a cada movimento do pensar. E é justamente essa precariedade que comparece em um dos textos mais emblemáticos sobre a atividade do filósofo, O Banquete, de Platão, que narra o mito do nascimento de Eros. Por ser o deus do amor, Eros regeria a disciplina que nomeamos como filosofia, enquanto definida como amor ao saber. Ele é filho de Poros, a passagem, e Penia, a pobreza. Nesse sentido, o filósofo é aquele que deseja e se move em direção ao objeto do saber porque não o possui, e é, de fato, sob a cifra da escassez e da falta, que o seu próprio fazer se constitui. Para mim, o fascinante da pesquisa é a possibilidade de trabalhar diante daquilo que eu mesma desconheço e cuja elaboração se dá a partir do recolhimento de coisas dispersas que só existem porque somos sujeitos falantes, cuja língua se apresenta para nós apenas como inacabada. E escrever um texto é se dar conta, com assombro, de que operamos com algo vazio e lacunar.

Tags: Em redeFilosofiaJULIANA DE M. MONTEIRO
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